Aprimora metodologia conforme parecer

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2026-10-12 19:45:43 -04:00
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@@ -212,13 +212,13 @@ A pesquisa teve natureza aplicada, buscando produzir conhecimentos voltados à u
\subsection{Percurso metodológico}
A avaliação do chatbot seguiu a estrutura metodológica proposta por Barbosa et al. \cite{Arnold2009}, que organiza o processo em cinco atividades fundamentais, garantindo o rigor científico e a validade dos resultados coletados. \\
A avaliação do chatbot seguiu a estrutura metodológica proposta por Barbosa et al. \cite{Barbosa2021}, que organiza o processo em cinco atividades fundamentais, garantindo o rigor científico e a validade dos resultados coletados. \\
\noindent\textbf{1. Contextualização e Análise de Domínio:} Inicialmente, realizou-se um estudo sobre a situação atual para compreender o domínio do problema, os perfis dos usuários e o contexto de uso do sistema. Esta etapa permitiu identificar os objetivos e as tarefas críticas que serviriam de base para os cenários de avaliação. \\
\noindent\textbf{2. Planejamento e Preparação:} Nesta fase, foram definidos os objetivos específicos da avaliação e o seu escopo. O planejamento incluiu o recrutamento de participantes, a preparação da infraestrutura tecnológica e dos materiais de apoio, como termos de consentimento livre e esclarecido (TCLE) e roteiros. Como meios para a avaliação quantitativa foram utilizados o Modelo de Aceitação da Tecnologia (TAM), teste de usabilidade System Usability Scale (SUS) e o Questionários de experiência de fluxo (FEC). Já para a parte qualitativa foi adicionada uma pergunta aberta, na qual o usuário poderia expor sua opinião após utilizar o software. Previamente à execução principal, foi realizado um Teste Piloto para validar o planejamento e os materiais, permitindo ajustes antes da coleta definitiva de dados \cite{Bailer2011}. \\
\noindent\textbf{2. Planejamento e Preparação:} Nesta fase, foram definidos os objetivos específicos da avaliação e o seu escopo. O planejamento incluiu o recrutamento de participantes, a preparação da infraestrutura tecnológica e dos materiais de apoio, como termos de consentimento livre e esclarecido (TCLE) e roteiros. Para a avaliação quantitativa foram utilizados o Modelo de Aceitação da Tecnologia (TAM), a escala \textit{System Usability Scale} (SUS) e a versão curta da \textit{Flow State Scale} (FSS-short). Para a parte qualitativa foi adicionada uma pergunta aberta, na qual o participante poderia expor sua opinião após utilizar o software. O teste piloto é descrito adiante; por não haver, na documentação da coleta, registro sistemático de seu tamanho, problemas e ajustes, esses elementos são tratados como informação a ser completada pelos autores, e não como resultado inferido \cite{Bailer2011}. \\
\noindent\textbf{2. Coleta de Dados e Observação:} A execução seguiu os preceitos éticos, com o acolhimento cordial dos participantes e a coleta dos dados mediante a aceitação do termo de consentimento. Como condução os participantes foram estimulados a utilizar todas as funcionalidades da aplicação por meio de um roteiro, como pode ser visto na Figura \ref{fig:roteiro}. Após o uso, estes seguiam para responder o questionário. \\
\noindent\textbf{3. Coleta de Dados e Observação:} A execução seguiu os preceitos éticos, com o acolhimento dos participantes e a coleta dos dados mediante a aceitação do termo de consentimento. Os participantes foram orientados a utilizar as funcionalidades da aplicação por meio do roteiro da Figura \ref{fig:roteiro}: realizar o cadastro, consultar informações, simular o agendamento do exame, consultar o horário agendado e concluir a interação com a avaliação. Após o uso, responderam aos questionários e à questão aberta. A sessão, o local, o período e o modo de moderação devem ser informados na versão final; essas informações não estão registradas no manuscrito atual. \\
\begin{figure}[htbp]
\centerline{\includegraphics[scale=0.25]{diagrama-1.jpg}}
@@ -232,9 +232,25 @@ Os dados foram registrados por meio de formulários eletrônicos sendo estes man
\noindent\textbf{5. Consolidação e Relato dos Resultados:} Por fim, os achados individuais foram consolidados em uma análise para identificar recorrências e tendências de problemas que afetam grupos de usuários. As descobertas foram organizadas em um relatório final detalhando os objetivos, o método aplicado, o perfil dos participantes, o sumário dos dados, a lista de problemas identificados e, crucialmente, sugestões fundamentadas de reprojeto da interface e interação
\subsection{Participantes e contexto da coleta}
Participaram 58 pessoas, com idades entre 18 e 64 anos. O manuscrito informa apenas a faixa etária e não apresenta a distribuição por sexo, escolaridade, familiaridade com smartphones e WhatsApp, vínculo com a atenção primária, forma de recrutamento, local, período ou critérios de inclusão e exclusão. Essas variáveis devem ser acrescentadas para que a amostra possa ser confrontada com a justificativa social do estudo. Também deve ser apresentada, quando disponível, uma análise específica das mulheres na faixa etária de rastreamento; se essa estratificação não tiver sido coletada, a adequação da amostra geral deve ser assumida como limitação e retomada nos trabalhos futuros.
\subsection{Instrumentos e variáveis}
Para evitar a alternância entre FEQ, FEC, FSS e FSS-short, este artigo adota exclusivamente a denominação \textit{Flow State Scale -- versão curta} (FSS-short), conforme a versão breve descrita por Jackson, Martin e Eklund \cite{Jackson2008}. O instrumento possui nove itens, correspondentes às nove dimensões do modelo de fluxo, e não sete itens. O SUS foi aplicado em sua versão brasileira validada por Lourenço, Carmona e Lopes \cite{Lourenco2022}; o TAM foi operacionalizado a partir dos construtos originais de Davis \cite{Davis1989}; e a FSS-short foi baseada no trabalho de Jackson, Martin e Eklund \cite{Jackson2008}. Caso os itens tenham sido traduzidos ou adaptados pelos autores, o procedimento de tradução, revisão e pré-teste deve ser documentado.
Os itens devem ser identificados no material suplementar ou em apêndice. Para o TAM, recomenda-se informar os códigos UP1--UP3 (utilidade percebida), FUP1--FUP3 (facilidade de uso percebida) e IUP1--IUP3 (intenção de uso percebida), além dos nove itens da FSS-short e dos dez itens do SUS. A referência a “Tabela 14” é substituída, portanto, pela tabela de itens do instrumento correspondente, a ser numerada conforme a versão final do artigo.
\subsection{Procedimentos de análise}
O escore do SUS deve ser calculado individualmente: para itens ímpares subtrai-se 1 da resposta; para itens pares subtrai-se a resposta de 5; somam-se as dez contribuições e multiplica-se o resultado por 2,5. Só depois se calcula a média dos escores dos participantes, que pode ser interpretada com os referenciais de Bangor, Kortum e Miller \cite{Bangor2009} e Sauro e Lewis \cite{SauroLewis2016}. Para o TAM e a FSS-short, devem ser calculadas as médias dos itens de cada construto/dimensão e sua consistência interna, preferencialmente pelo alfa de Cronbach ou pelo ômega de McDonald, reportando-se o número de respondentes válidos.
Na análise textual, o corpus foi formado pelas respostas à pergunta aberta. A descrição final deve informar o número de textos e de segmentos de texto, ocorrências, formas e \textit{hapax}, bem como o percentual de aproveitamento. Também deve distinguir formas ativas, utilizadas na interpretação lexical, de formas suplementares, mantidas como apoio ou ilustração, e indicar o tratamento de artigos, pronomes, conjunções, números e demais palavras sem conteúdo semântico. A AFC deve explicitar sua matriz de cruzamento: no presente desenho, ela não deve ser apresentada como se tivesse usado registros de conversa, mas como uma análise das formas lexicais e das categorias/variáveis efetivamente fornecidas ao IRAMUTEQ. Se o corpus permitir, recomenda-se complementar a AFC com a Classificação Hierárquica Descendente (CHD); alternativamente, podem ser usadas como variáveis ilustrativas a faixa etária, o sexo e a escolaridade, desde que essas informações tenham sido coletadas.
\section{Análise dos resultados}
O estudo contou com 58 participantes, com idades entre 18 e 64 anos. Embora o chatbot seja direcionado ao agendamento do exame para o público feminino, não houve necessidade, nesta etapa, de separação por gênero, pois a avaliação concentrou-se exclusivamente na experiência de uso do sistema. Estudos mais específicos poderão ser conduzidos em fases posteriores e estão disponível mediante solicitação.
O estudo contou com 58 participantes, com idades entre 18 e 64 anos. Embora o chatbot seja direcionado ao agendamento do exame para o público feminino, a análise publicada não apresenta a distribuição por sexo nem resultados separados para mulheres na faixa etária de rastreamento. Assim, os resultados devem ser interpretados como uma validação inicial da experiência de uso, e não como evidência específica de adesão ao rastreamento nessa população. A estratificação por sexo, idade, escolaridade e familiaridade digital deverá ser incorporada em uma etapa posterior, caso os dados tenham sido coletados.
\subsection{Análise quantitativa}